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Em tempos de racionamento, escolher a caixa d’água adequada evita problemas

A crise hídrica que atingiu várias cidades brasileiras chamou a atenção para a capacidade de armazenamento de água. Há quem se preocupe em economizar e há quem quer mesmo é guardar mais água para os períodos de racionamento. Mas, antes de comprar uma caixa d’água nova e, principalmente, maior, é preciso avaliar alguns pontos que são essenciais, como a capacidade, a instalação e as características da região.

Segundo Carlos Eduardo Teruel, gerente de produtos, assistência técnica e capacitação da Tigre, fabricante de caixas de polietileno, em relação à capacidade de armazenamento, para escolher o tamanho ideal de uma caixa d’água deve-se considerar o consumo de 150 litros/dia para cada morador. “Ou seja, para uma casa com cinco moradores, uma caixa d’água de 1,5 mil litros é suficiente para o abastecimento por até dois dias”, explica. Em prédios, também deve-se levar em conta a manutenção de uma reserva de 20% para combate a incêndios.

Para a instalação, Teruel recomenda alguns cuidados no assentamento. A base deve ser lisa, nivelada, isenta de sujeira ou materiais pontiagudos. “Pode ser de concreto ou de madeira e deve ter resistência compatível com o peso da caixa cheia. Se a caixa d’água é de 1 mil litros, a base deve suportar 1 mil quilos. Ela também deve ser maior do que a largura do fundo da caixa”, ressalta o especialista. Se a instalação for em locais externos, deve-se fixar a tampa na base do assentamento utilizando tirantes que se fixem ao piso.

Além disso, é essencial seguir o manual de cada fabricante para instalação adequada, pois são as peças e as instalações corretas que vão garantir a eficiência do conjunto. “Mesmo com o reservatório de maior capacidade, é importante economizar não só em dias de racionamento”, alerta. Com dois tipos de tampa, as de encaixe e rosqueáveis, com capacidade de 310 litros a 3 mil litros, a Tigre se prepara para lançar, em março, um modelo de 5 mil litros.

TIPOS DE CAIXA D’ÁGUA
Escolha a mais adequada à sua realidade

» Fibrocimento ou cimento-amianto: a união da fibra do amianto com o cimento forma uma rede resistente e compacta que se molda em diversas formas – retangular, redonda ou cilíndrica. As vantagens da caixa d’água nesse material são o baixo custo, a durabilidade e o isolamento de luminosidade, além da possibilidade de instalação dentro e fora da casa. Mas trata-se de um produto pouco resistente a impactos.

» Plástico do tipo polietileno:
o polietileno é um tipo de plástico feito de polímeros à base de petróleo, um material mais leve, atóxico e resistente a impactos. Alguns modelos nesse material recebem um aditivo para se tornar mais resistentes aos raios solares. O material também se destaca pela resistência no transporte, fácil manuseio, facilidade de instalação e limpeza, não sendo, entretanto, resistente a impactos e perfurações.

» SMS ou fibra de vidro: esse material é uma mistura de plástico (resina plástica) com fibra de vidro, semelhante ao utilizado em piscinas e reservatórios de grande capacidade. Reúne, portanto, as vantagens da resina plástica com a alta resistência da fibra de vidro. As vantagens desse tipo de caixa d’água são a leveza, fácil limpeza, manuseio e instalação. Entretanto, ele não é resistente a impactos e perfurações.

» Aço inoxidável:
esse material não libera substâncias corrosivas, tem alta durabilidade e paredes lisas, evitando o acúmulo de sujeira, tornando-o muito eficiente para esse uso. O material é resistente à corrosão da água, é resistente a impactos e não trinca. Mas cuidados na instalação são necessários para evitar o contato entre a caixa d’água e metais que provocam riscos profundos que produzem corrosão. Sua principal desvantagem é o preço alto.

 

FONTE: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/noticias/2015/03/10/interna_noticias,48643/em-tempos-de-racionamento-escolher-a-caixa-d-agua-adequada-evita-prob.shtml